Enquanto o Parque Nacional do Tanaru é apresentado como medida de reparação histórica pela morte do último indígena isolado da região, descendentes do povo Guaratira afirmam que sua história continua viva. O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) acompanha o caso e reforça a importância da consulta e da proteção dos direitos dos povos originários.

