“Não permitiremos violência nem justiça feita pelas próprias mãos por partes não autorizadas”, declarou o ministro da Defesa Katz durante uma reunião de segurança. A proposta foi imediatamente acolhida pelo ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir. A reação palestina foi dura: o vice-presidente da Autoridade Palestina classificou-a como “uma violação flagrante do direito internacional”.

