Ao final do Angelus, Leão XIV volta a dedicar um pensamento à cidade ucraniana, na região de Kherson, cujas condições trágicas da população ele havia denunciado, invocando — inclusive por meio de ligações telefônicas aos presidentes Putin e Zelensky — uma trégua humanitária, a chegada de ajuda e a evacuação dos civis. A missão de transferir residentes para territórios ucranianos não ocupados foi concluída. O desejo do Pontífice é que a ação fortaleça “a vontade de diálogo”.

