O Papa voltou a repudiar em Bamenda, no Encontro pela Paz, quem “submete as religiões e o próprio nome de Deus aos seus objetivos” para destruir. São poucos “dominadores”, “senhores da guerra” que “fingem não saber que basta um instante para destruir, mas muitas vezes não basta uma vida inteira para reconstruir”. Enquanto investem em armas para “matar e devastar”, uma miríade de construtores da paz amam o próximo numa “revolução silenciosa”, mas expostos a perigos: “sirvamos juntos a paz!”.


